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HISTÓRIA

"Outrora um homem mortal ofuscado pelo próprio orgulho, Azir recentemente retornou como um ser Ascendente com domínio incomparável sobre as areias quentes. Ele busca devolver Shurima à sua antiga glória, mas alguns disputam seu direito de comandá-los. O poder de Azir, entretanto, é inegável."

Azir, a muito tempo era príncipe de Shurima, um príncipe muito orgulhoso como diz em sua lore. Queria o poder que Xerath, um mago, tanto falava. Obcecado por esse poder, Azir acreditou em cada palavra do mago, seguindo suas instruções. Porém os irmãos guerreiros Nasus e Renekton perceberam que Xerath tramava algo. Este, queria se tornar um Ascendido, assim se tornaria o novo imperador de Shurima. Nasus e Renekton tentaram prender Xerath, porém o único jeito de fazer isso seria Renekton ir com Xerath, para não deixá-lo sair. Subtende-se que Azir foi morto por Xerath, ou deixado em um sono profundo. Até que depois de muitos anos, Sivir, uma simples mercenária e Cassiopéia, de Noxus entraram em um antigo templo de Shurima. A mercenária foi traída pela noxiana, que foi amaldiçoada por uma serpente gigante (o que libertou Renekton, agora louco, e Xerath, com um poder arcano muito alto). O sangue de Sivir corria pelo templo, e o que ela não imaginava era que seu sangue pertencia à linhagem dos grandes imperadores de Shurima. Azir renasce, cura Sivir e, agora Ascendido, tem o propósito de defender Shurima, e destruir todos que tentaram ou tentarão possuí-la.

BIOGRAFIA



Azir foi um dos imperadores mortais de Shurima em uma época distante, um homem orgulhoso que se manteve acima da plenitude da imortalidade. Sua arrogância o viu traído e assassinado no momento de sua maior glória, mas agora, um milênio depois, ele renasceu como uma entidade ascendente de imenso poder. Com sua cidade soterrada erguendo das areias, Azir busca retornar a Shurima toda a sua glória.

Cerca de mil anos atrás, o império de Shurima estava alastrando seu reino de estados conquistados através de poderosos exércitos liderados pelos invencíveis guerreiros conhecidos como Ascendentes. Reinados por um imperador ambiocioso e com fome de poder, Shurima foi o maior império de seus dias, uma terrá fértil e abençoada pelos poderes do Sol que reluzia de um imenso disco flutuante em dourado, localizado no topo do templo, no coração da cidade.

O mais jovem e menos favorável filho do Imperador, Azir não estava destinado a grandeza. Com tantos irmãos à sua frente, ele jamais seria imperador. Mais provável que ele teria uma posição clero ou governante de alguma província longínqua. Ele era esguio, um garoto estudioso que passava mais tempo indo atrás de textos coletados da Grande Biblioteca de Nasus do que treinando sobre a tutela do herói Ascendente, Renekton.

Em meio aos diversos pergaminhos, livros e mesas, Azir conheceu um escravo que visitava a livraria todo dia em procura de textos solicitados por seu mestre. Escravos em Shurima eram proibidos de terem nome, mas os dois garotos viraram amigos, Azir quebrou a lei e chamou seu novo amigo de Xerath, que significa 'aquele que compartilha'. Ele nomeou Xerath - tendo o cuidado de nunca colocá-lo em perigo dizendo seu nome publicamente - como seu escravo pessoal e os dois garotos compartilharam suas histórias de amor através de todo o aprendizado que poderiam ter sobre o passado de Shurima bem como o legado dos heróis Ascendentes.

Enquanto viajava com seu pai, irmãos e Renekton na tournê mundial do império, a caravana real parou num conhecido oasis para aquela noite. Azir e Xerath escaparam no meio da noite para desenhar as estrelas e adicionar aos seus próprios mapas celestiais para aqueles que estudaram na Grande Biblioteca.
Enquanto desenhavam o padrão das constelações, a caravana real foi atacada por um grupo de assassinos enviados pelo imperador inimigo. Um dos assassinos encontrou os dois garotos no meio do deserto e estava prestes a cortar a garganta de Azir quando Xerath interviu, se jogando nas costas do assassino. No meio da luta, Azir pegou sua adaga e cortou o pescoço de seu oponente.

Azir pegou a espada do homem morto e correu de volta para o Oasis, mas quando retornou, os assassinos já tinham sido todos derrotados. Renekton protegera o imperador e matou os inimigos, mas todos os irmãos de Azir estavam mortos. Azir disse para seu pai sobre o feito e a coragem de Xerath e perguntou se ele poderia recompensar o escravo, mas suas palavras entratam em ouvidos surdos. Nos olhos do imperador, o garoto era um escravo e não merecia sua atenção, mas Azir jurou que um dia faria de Xerath seu irmão.

O imperador retornou a capital, com seu filho de 15 anos Azir como seu sucessor e começou uma campanha sanguinolenta e imperdoável contra todos que ele acreditava terem mandado os assassinos. Shurima decaiu em anos de paranoia e matança enquanto o Imperador se vingava de qualquer suspeito de traição. Embora ele fosse sucessor do trono, a vida de Azir ainda estava por um fio. Seu pai o odiava - desejava que ele tivesse morrido ao invés de seus irmãos - e a rainha era muito nova para carregar um filho.

Azir treinou em combate, já que o ataque no Oasis mostrou o quão pouco ele sabia sobre as artes mortais. Renekton pegou a tarefa de ensinar o príncipe, e sobre seu comando, Azir aprendeu a manejar espada e lança, a comandar guerreiros, e a ler o curso das batalhas. O sucessor promoveu Xerath, seu companheiro mais confiável, e fez dele seu braço direito. Para ser um melhor consultor, Azir deu a tarefa a Xerath de buscar conhecimento onde é que ele pudesse achar.

Anos se passaram, mas a rainha nunca pode carregar um filho, já que todo filho que estava para nascer, perecia antes mesmo de vir ao mundo. Enquanto a rainha estivesse incapacitada de ter um filho, a vida de Azir estava segura. Alguns na corte acreditavam que uma maldição estava acontecendo com a rainha e outros até conectaram o nome de Azir com o fato - apesar de Azir ter se declarado inocente e até executado aqueles que se atreviam a acusá-lo publicamente.

Eventualmente, a rainha teve um filho saudável, mas na noite de seu aniversário uma terrível tempestade aconteceu em Shurima. O quarto da Rainha foi atingido diversas e diversas vezes por raios, e na sequência do acontecimento, ambos o filho e rainha foram mortos. Foi ditao que o imperador ficou louco de tristeza e tirou sua própria vida ao receber a notícia, mas contos se espalharam sobre como ele e seus guardas foram encontrados em pedaços no palácio, seus corpos nada mais do que esqueletos queimados.

Azir estava chocado com as mortes, mas o Império precisava de um líder, e com Xerath ao seu lado ele tomou controle de Shurima como seu Imperador. Na década a seguir, ele expandiu o território de Shurima e governou com rigor, mas sem abusos. Ele instituiu reformas para melhorar a vida dos escravos e secretamente desenvolveu um plano para acabar com a tradição milenar e eventualmente libertar todos eles. Ele manteve seus planos em segredo, até mesmo de Xerath, e o problema da escravidão provaria ser um ponto de contenção entre eles. O império foi construído nas costas da escravidão, e diversos nobres dependia do trabalho forçado para manter sua riqueza e poder. Tais instituições monolíticas não poderiam ser derrubadas da noite para o dia, e os planos de Azir seriam desfeitos a partir do momento em que se tornassem conhecimento comum. Apesar do desejo de Azir de fazer Xerath ser seu irmão, ele não poderia fazê-lo até libertar todos os escravos de Shurima.

Através dos anos, Xerath protegeu Azir de seus rivais políticos e guiou a expansão do imperio. Azir se casou e concebou diversos filhos, alguns pelo casamento, outros através de concunbinas e harens. Xerath alimentou a visão do Imperador em um império maior do que qualquer um que o mundo vira. Mas parece permanecer como governante do império mundial, Xerath convenceu Azir de que ele deveria ser complemante invencível, um Deus entre homens - uma entidade Ascendente.

Conforme o reino atingiu o pico de seu poder, Azir anunciou que ele iria realizar o ritual de Ascensão, que seu tempo tinha chegado para ter seu lugar junto a Nasus e Renekton e suas gloriosas conquistas. Muitos questionaram esta decisão, o ritual de Ascensão era extremamente periogoso e recomendando apenas para aqueles perto de terminarem suas vidas, aqueles que devotaram sua vida a Shurima e aqueles que os serviços foram honrados com Ascensão.
Cabia aos sacerdotes do Sol declarar quem seria abençoado com a Ascensão, não a arrogância de um Imperador que colocou isso sobre si. Azir não seria despersuadido de seu rigoroso curso de ação, já que sua arrogância tinha crescido junto a ascensão do império, e ele ordenou eles a cumprir o ritual sobre pena de morte.

O dia do ritual finalmente chegou e Azir marchou para o Trono da Ascensão, rodeado de milhares dos seus soldados e dezenas de milhares de seus cidadãos. Os irmãos Renekton e Nasus estavam ausentes, haviam sido despachados por Xerath para lidarem com uma ameaça emergencial, mas Azir não iria se virar pro que ele havia visto como seu grande destino. Ele subiu para o gigantesco disco dourado no topo do templo e nos momentos antes dos sacerdotes dos sóis começaram o ritual, ele se virou para Xerath e finalmente o libertou. Não apenas ele, mas todos os escravos....

Xerath estava chocado e sem palavras, mas Azir não tinha acabado ainda. Ele abraçou Xerath e o nomeu como seu eterno irmão, como ele havia prometido anos atras. Azir se virou e os sacerdotes começaram o ritual para trazer o poder do sol. Azir não sabia que Xerath tinhado estudado mais do que história e filosofia em sua busca por conhecimento. Ele aprendeu magias negras, enquanto seu desejo por liberdade aumentava dentro de si como um câncer de ódio.

No alto do ritual, o antigo escravo invocou seu poder e Azir foi jogado para fora do trono. Sem a proteção do círculo de runas, Azir foi consumido pelo fogo do sol enquanto Xerath tomava seu lugar. A luz encheu Xerath de poder, e ele rugiu conforme seu corpo mortal começava a transformar.

Mas o ritual de magia não era feito para Xerath, e tais poderosas energias celestiais não poderiam ser recebidas sem consequências. O poder do ritual de Ascensão explodiu devastando Shurima e arrasando sua terra. Seu povo queimou até as cinzas e seus palácios viraram ruínas conforme o deserto se levantava e engolia a cidade.  O disco solar caiu do céu e o que teria demorado centenas para construir foi trago a ruína em um instante pelas ambições de um homem e pelo ódio de outro. Tudo o que restara da cidade de Azir foram ruínas e ecos de seu povo resoando em noites ventantes.

Azir não vira nada disso. Para ele, tudo era nada. Suas últimas memórias eram a dor e o fogo, ele não sabia nada sobre o que o fez cair do templo, nem o que restara de seu império. Ele permaneceu perdido em um eterno esquecimento, até que, milhares de anos depois da condenação de Shurima, o sangue de seus últimos ancestrais caiu nas ruínas do tempo e o ressucitou. Azir estava renascido, porém incompleto, seu corpo nada mais era do que areia com uma forma, se apoiando pelos últimos vestígios de sua vontade indomável.

Gradualmente conseguindo sua forma corpórea, Azir caminhou pelas ruínas e se deparou com o corpo de uma mulher com uma ferida de faca em suas costas. Ele não a conhecia, mas viu em suas feições uma linhagem distante de seu sangue. Todos os pensamentos do império e poder foram esquecendo conforme ele levanta esta filha de Shurima e a erguia para o que antes teria sido o Oasis do Alvorecer. O oasis estava vazio e seco, mas cada passo que Azir dava, água limpa começava a preencher o rochedo. Azir imergiu o corpo da mulher nas águas restauradoras do oasis e conforme o sangue foi lavado, apenas uma pequena cicatriz da ferida permanecera onde a lâmina a tinha perfurado.

E naquele ato de altruísmo, Azir foi levantado em uma coluna de fogo conforme a mágica de Shurima o renovava, fazendo dele a entidade Ascendente na qual ele desejava se tornar. A radiação imortal do sol o preencheu, criando sua magnífica armadura em forma de águia e dando a ele o poder de comandar a própria areia em si. Azir levantou seus braços e sua cidade emergiu das areias de séculos e séculos enterrada. O disco de sol se ergueu aos céus mais uma vez e as águas restauradoras preencheram os templos se lançando de volta a luz do comando do Imperador.

Azir subiu as escadaria do novo-renascido templo do sol, tecelando os ventos do deserto para recriar os últimos momentos de sua cidade. Fantamas de areia relembraram seus últimos momentos da cidade de tempos atrás, e Azir observou em horror a traição de Xerath. Ele chorava enquanto olhava sua família assassinada, seu império em ruínas e seu poder roubado. Apenas agora, mil anos depois, ele finalmente entendeu a origem do ódio que foi se guardando pelo seu antigo amigo e aliado. Com o poder da previdência de um ser Ascendente, Azir sentiu Xerath em algum lugar pelo mundo e invocou um exército de soldados de areia para marcharem ao seu lado. Conforme o sol reluzia do disco de ouro sobre sua cabeça, Azir fez um poderoso juramento.

"Eu irei recuperar minhas terras e tomar de volta o que era meu!"


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